Aprendizados de uma reunião de negócios


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Certa vez eu li em algum lugar, creio que foi na biografia do Steve Jobs, que você aprenderá mais conteúdo ao frequentar uma reunião de negócios do que se formando em uma faculdade de Administração.

Exageros a parte, na hora eu achei essa passagem uma tremenda loucura, mas esse mês eu pude comprovar um pouco da essência do que o fundador da Apple quis dizer a nós meros mortais.

No começo da semana, dois amigos empresários me contaram que estavam prestes a lançar um produto em escala nacional, e me perguntaram se eu poderia ajudar dando algumas opiniões e dicas sobre como eles deveriam proceder.

É claro que aceitei o convite e logo marcamos um café, porém, antes de contar o que aconteceu lá, eu gostaria de repassar algumas coisas para vocês.

Aprendizados de uma reunião de negócios

Profissionalmente, esse ano eu tive a felicidade de realizar de tudo um pouco. Nas vezes em que fui convidado para dar treinamentos, o processo de certa forma não era tão complexo. Basicamente, você faz um levantamento com quem te contrata para saber, dentre outras coisas, quais as atitudes e comportamentos que ele gostaria que os seus funcionários tomassem dali para frente.

A partir desse briefing, você começa analisar a cultura da empresa, o funcionamento desse mercado, confronta tudo com a teoria que você estuda, ensaia a apresentação e mãos à obra.

Em palestras e aulas o processo não é muito diferente, para resumir, você vai adaptando o conteúdo que você irá passar ao tipo de publico que irá assistir, e tudo isso é feito em cima de um roteiro que você já previamente programou.

Agora, quando uma pessoa chega até você e diz que precisa traçar um plano de implantação e crescimento de uma empresa, hum, aí literalmente o buraco é mais em baixo.

As perguntas e respostas são feitas todas ali, na hora da verdade. Às vezes você acha que a pessoa irá responder uma coisa e ela responde outra, ou simplesmente não responde nada. Às vezes ela não irá concordar com o que você diz e irá fazer questionamentos que você não se sentirá seguro em responder. Tudo isso faz parte do processo e é o que da brilho ao espetáculo.

É claro que eu já tinha tudo isso em mente, e foi por esse motivo que fiz um convite a um professor da minha pós-graduação para me acompanhar, no que ele prontamente aceitou participar.

Chegado o dia, eu vi como a experiência fala mais alto nesses tipos de situações. Meu professor conduziu o bate-papo de forma brilhante, deixando todo mundo da mesa bem impressionado.

Essa experiência para mim foi riquíssima, o aprendizado foi inexplicável, e realmente, eu jamais aprenderia aquilo em uma sala de aula.

No final das contas, o grande Steve tinha razão…


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