O que define o fracasso ou sucesso de uma empresa?


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O primeiro semestre de 2016 bateu recorde de empresas criadas no Brasil. Foram mais de 1 milhão, segundo levantamento do Serasa Experian. Isso demonstra uma predisposição do brasileiro em empreender.

Porém, uma a cada quatro startups fecham antes de completar um ano e, segundo a SERASA, o número de empresas que decretam falência cresce a cada ano. Isso pode significar muitas coisas: falta de planejamento, impostos, segmento e ou local inadequado, entre outros motivos.

Uma matéria divulgada na revista Pequenas Empresas, Grandes Negócios explica que a probabilidade de sucesso de uma empresa é maior quando o proprietário passa mais tempo planejando-a. A pesquisa indica que empresas com 5 meses de planejamento antes de sua abertura tem maior incidência de fracasso que aquelas que foram planejadas com um ano ou mais de antecedência.

Listamos abaixo uma série de atitudes que podem garantir o sucesso ou o fracasso da empresa:

Esquecer de fazer análise SWOT (ou não fazer nada com essa informação)

A análise SWOT identifica forças, fraquezas, ameaças e oportunidades que a sua empresa tem para se desenvolver. Sem ela, é impossível saber onde investir ou se é preciso rever alguma atitude errada dentro da empresa, por exemplo.

Muitas empresas fazem essa análise, mas não fazem nada com essa informação. Os motivos podem ser os mais diversos, como necessidade de investimento em uma outra área, reformulação no quadro de funcionários ou de fluxo de trabalho, por exemplo. Algumas medidas apontadas nessa análise exigem mudança, e empreendedor não pode ser resistente à elas.

Não ter ou perder o controle financeiro

Fazer o controle do fluxo de caixa é o mínimo que a empresa precisa ter. Não misturar contas pessoais com as da empresa é outro cuidado que é indispensável para que o controle financeiro se mantenha saudável.

Além disso, as planilhas precisam ser devidamente preenchidas, acompanhadas e analisadas. Assim você previne e identifica erros antes que se tornem uma bola de neve e até mesmo consegue visualizar um problema financeiro em potencial quando ele ainda é um pequeno problema. Para receber mais conteúdo sobre o assunto, o Sebrae é sempre uma boa pedida.

Falta de especialização / estudo no segmento

Outro grande problema é não estudar sobre o segmento trabalhado, não se manter atualizado sobre o que acontece no mercado e, por consequência, não inovar na empresa. Com a velocidade das inovações na tecnologia, quem não está informado pode perder uma grande oportunidade de economizar, otimizar processos e até mesmo trazer novidades para o negócio.

Trabalhar para apagar incêndios

Se a empresa trabalha sempre para tentar sair do vermelho, é um problema. Os novos negócios precisam ser planejados para sempre estarem no positivo, ou pelo menos manterem-se a salvo nos primeiros anos – que são sempre os mais difíceis.

Todos os pontos acima, quando não feitos com êxito, acabam fazendo com que a empresa trabalhe para apagar incêndios, e quando ela chega nesse patamar, é muito difícil reverter a situação.

Quando, por exemplo, um colaborador assume diversas funções e fica sobrecarregado, ele acaba deixando de ser eficaz em suas tarefas. Com o decorrer do tempo, passa a otimizar o tempo dele apenas fazendo aquilo que é muito urgente, e deixando de lado a prevenção de possíveis problemas futuros. É um ciclo vicioso. Não corra esse risco.

Não ter um diferencial

Existem empresas pequenas que são exatamente iguais às suas concorrentes. Copiar um modelo de sucesso não é a melhor forma de garantir sua própria sobrevivência. Por outro lado, é válido conhecer a concorrência, saber o que é positivo e negativo, para propor um diferencial no seu próprio negócio.

Fonte: Net Wifi 

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