Faça bem feito ou não faça nada


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Recentemente, ao questionar uma pessoa sobre o seu baixo rendimento ao me apresentar um trabalho que lhe havia sido solicitado com meses de antecedência, ouvi como resposta que o resultado tinha sido aquém do esperado pois aquela era uma atividade da qual ela não via sentido algum em desenvolver, ou seja, para ela, tudo aquilo não passava de uma obrigação, algo imposto contra a sua vontade.

Apesar da clara importância da tarefa para o seu crescimento profissional, por alguma razão, ela achou que aquele processo era algo irrelevante, e por esse motivo, ela não teve a mínima preocupação em desenvolver algo de qualidade.

Infelizmente, para piorar ainda mais a situação, tanto o trabalho quanto a declaração foram apresentados publicamente. Várias pessoas puderam presenciar o seu descaso, o seu baixo compromisso e a sua total falta de entendimento de cenários.

Como a discussão sobre esse assunto foi longa, ao refletir posteriormente sobre essa situação, me veio à ideia de escrever um texto sobre esse acontecimento.

Faça bem feito ou não faça nada

Basicamente, o que eu disse para essa pessoa foi o seguinte:

Ao longo da sua carreira, várias pessoas irão te pedir diversas tarefas. Quando isso acontecer, e irá acontecer, você terá basicamente duas opções:

1 – Você pode encará-las como um desafio, ou;
2 – Você pode encará-las como uma obrigação.

Se você escolher a primeira opção, as chances dos resultados serem mais satisfatórios serão bem maiores. O desafio irá te fazer sair da zona do conforto da qual você está acostumada, quando você perceber, estará fazendo coisas da qual você duvidava que tivesse capacidade.

E o melhor, quando tudo aquilo terminar, você poderá comemorar a vitória com toda a alegria que ela merece.

Porém, ao escolher a segunda opção, e você fará isso várias vezes ao longo da sua vida, procure não completar a tarefa pela metade, ou como costumam dizer, não a faça “nas coxas”.

Quando a questão envolve o seu trabalho, e, consequentemente, o seu nome, ou você a executa da melhor forma possível, ou você simplesmente não a executa. Aqueles que optarem pelo meio termo só tendem a se prejudicar.

Não sei dizer se minhas palavras surtiram efeito na ocasião, nem sempre elas surtem, mas espero que sirvam para você, meu estimado leitor.


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