As dez diretrizes do bom relacionamento com o chefe


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Há uma centena de fatores que influenciam na construção de uma carreira profissional, mas a experiência prática mostra que o primeiro deles, em ordem de importância, é ter um bom relacionamento com o chefe.

Se você pretende subir a tradicional hierarquia organizacional saiba que todas as promoções ou são iniciativas do chefe ou dependem da opinião do chefe.

Por isso, aqui vão os dez mandamentos do bom relacionamento com o chefe:

 – Nunca falar mal do chefe. As orelhas do chefe são do tamanho de todas as paredes e de todos os corredores da empresa.

 – Nunca ofuscar o chefe, seja na roupa, no comportamento ou na inteligência.

 – Jamais colocar a culpa no chefe, principalmente quando a culpa é do chefe.

 – Não assumir responsabilidades que são do chefe, a não ser que ele te peça para fazer isso. Se não existe um subchefe oficial, isso não significa que a função será de quem pegar primeiro.

 – Não tratar o chefe como amigo íntimo na frente de colegas ou de clientes. Apelidos estão proibidos.

 – Não interromper o chefe quando ele está falando. Não é que chefes não gostam de ser interrompidos. É que eles odeiam.

 – Nunca dizer “Chefe, temos um problema.”. Isso é o que se chama de delegar para cima. O chefe não quer problemas; quer soluções. Todo mundo aprende essa lição em qualquer curso de Administração, ou pelo menos deveria ter aprendido.

 – Jamais perguntar se um trabalho é urgente. Se o chefe, em pessoa, pediu, então é muito urgente. Se a tarefa for entregue em papel, jamais guarde-o na gaveta no momento em que você o receber.

 – Nunca dizer que cometeu um erro porque não entendeu bem o que o chefe tinha pedido. Se o chefe fala em latim, o subordinado precisa aprender latim.

10º – Nunca tentar explicar para os colegas alguma coisa que o chefe disse. Chefes não apreciam o subordinado porta-voz. Se alguém tem dúvida, deve perguntar diretamente para o chefe.

Com certeza, muita gente nesse momento está pensando: “Meu chefe não merece tanta reverência, porque ele é um péssimo chefe”.

Pode até ser verdade, mas não tem nada a ver.

Se o chefe não aprendeu a ser um bom chefe, isso não isenta o subordinado de aprender a ser um bom subordinado.


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