[Resenha] Maioridade Penal – Rogério Ceni: Histórias de um Grande Goleiro


rogério-ceniO maior goleiro da história do Brasil, jogando pelo clube de maior história no Brasil, acaba de marcar seu Centésimo Gol jogando pelo profissional, e o melhor ainda, acima do seu maior rival.

Mas até ai, nada é novidade, todos viram, novidades vou contar algumas agora, retiradas da biografia desse grande goleiro, o livro se chama Maioridade Penal e foi escrito por André Plihal.

Curiosidades do Rogério Ceni

Rogério Ceni usa a mesma bermuda de baixo da roupa de jogo desde 1998, afirma que ela já foi utilizada em mais de 700 jogos, história parecida com a de Michael Jordan, que também utilizou uma mesma roupa de baixo do uniforme por vários anos.

Em 1998, quando o treinador Mario Sergio assumiu o São Paulo no Campeonato Brasileiro, este proibiu o então goleiro de bater faltas, com o argumento de que “voltar correndo para o gol poderia, pelo cansaço, prejudicar seus reflexos” . Para a sorte do torcedor São Paulo, Mario Sérgio ficou apenas 2 meses no São Paulo.

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28 dias foi o tempo que Rogério Ceni ficou suspenso do São Paulo sob alegação de que teria forjado uma proposta do clube Inglês Arsenal para poder assim conseguir uma renovação de contrato com um aumento de salário.

Em 2006, o goleiro junto com o zagueiro Lugano, precisou ir fantasiado com uma peruca Black Power e um óculos escuro para assistir ao show do U2 no Morumbi.

As camisas estilizadas que Rogério usava, foram inspiradas no também goleiro Colombiano Navarro Montoya.

Quando Rogério chegou ao clube em 1990, enfrentava uma concorrência forte, com Zetti, Gilmar, Marcos e um promissor goleiro chamado Alexandre do qual o próprio Rogério admitiu este ser muito melhor do que ele em atributos como velocidade incrível de movimentos e um excelente chute. Porém Alexandre veio a perder a vida em um acidente de carro, quando este voltava de um churrasco. Rogério admite que:

Minha carreira seria completamente diferente caso Alexandre não tivesse partido. Ele era apenas um ano mais velho do que eu. Ocuparia sua posição por muito tempo. Pela capacidade e potencial que demonstrava, quem sabe até hoje.

Rogério Ceni e a Seleção

Com uma história um pouco conturbada na Seleção Brasileira, Rogério explica que nunca conseguiu ser o mesmo do São Paulo na Seleção porque lá nunca conseguiu demonstrar todo o seu potencial. Não podia repor bolas com os pés, não podia cobrar faltas.

No livro narra-se a história da concentração da Seleção que ganhou a Copa das Confederações de 1997, na Arábia Saudita. O episódio em que um grupo de jogadores começou a raspar o cabelo de todos os jogadores, não agradou o goleiro, que pediu para não ter o seu cabelo cortado, em vão. Após o torneio, Zagallo preferiu não convocá-lo mais, para a sorte do glorioso tricolor.

Outro fato que atrapalhou suas convocações foi quando após a conquista da Copa do Mundo de 2002, este se recusou a participar do desfile da Seleção no Rio de Janeiro e preferiu voltar para casa e rever a família.

São históra como essas que fazem este personagem chamado Rogério Ceni ser chamado de melhor goleiro do Brasil. Não há como contestar.


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