Você conhece A Regra dos 5%?


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A lição de hoje sai de um pequeno livro do Max Gehringer chamado Clássicos do Mundo Corporativo. Tenho a certeza de que em algum momento da sua vida você já se identificou com essa regra e por isso essa pequena história ficará guardada em sua memória, assim como ficou na minha.

A regra dos 5%

“Segundo a regra dos 5%, de tudo o que escutamos, vemos, falamos, lemos ou escrevemos todos os dias apenas 5% realmente interessam. O restante é descartável.

Da mesma forma, de cada cem estagiários contratados por empresas, apenas cinco chegarão ao cargo de chefia. De cada cem pequenos negócios que são abertos, apenas cinco se transformarão no sucesso que o dono sonhava. De cada cem bons alunos, apenas cinco repetirão na vida profissional o bom desempenho que tiveram na escola.

Um teste que fazia comigo mesmo era me perguntar como havia gasto minhas duas horas de criatividade na semana anterior. Na maioria das vezes, descobria que havia simplesmente, engolido pela rotina.

Essa lição da regra dos 5% devo a meu saudoso professor Wantuil. Certa vez, durante uma daquelas algazarras incontroláveis em classe, o professor Wantuil, calmamente, disse que os 95% de alunos que quisessem persistir na bagunça poderiam continuar à vontade porque ele estava interessado em dar aula apenas para os 5% que iriam ser alguma coisa na vida. A classe imediatamente ficou em silêncio, porque todo mundo sempre se considera parte dos 5%.

Não sei se a lição funcionou no meu caso, mas certamente funcionou no caso do professor Wantuil. Porque devo ter tido cerca de cem professores na vida e ele é um dos cinco de que ainda me lembro.”

A moral da história é bem simples e você já está cansado de ouvi-la. Não seja mais um na multidão. Simples no papél e difícil na prática, hoje o que vemos é que está cada vez mais difícil se posicionar entre os 5%, a “multidão” está imensamente preparada, muito mais do que antigamente.

E o que devemos fazer para conseguir entrar nessa seleta lista?

Uma dica vem da contracapa do livro O verdadeiro Poder de Vicente Falconi, tão simples quanto interessante ela diz o seguinte:

Segundo Maslow, o famoso psicólogo americano autor da Hierarquia das Necessidades, cada ser humano possui um “ritmo de aprendizado”, ou seja, cada pessoa consegue aprender um certo numero de coisas por dia e nada mais que aquilo.

O problema é que cada dia perdido de aprendizado é irrecuperável pois cada dia tem sua própria cota.

A boa notícia é que, uma pessoa de potencial mental médio pode, depois de um determinado número de anos, saber mais coisas que uma pessoa de alto potencial mental, dependendo do nível de aprendizado diário.

Agora você entende por que aquele seu amigo nerd do cursinho insiste em estudar TODOS os dias? Ele sabe que ficar um dia sem adquirir nenhum conhecimento é um dia perdido, e que não será produtivo se tentar recuperar esse dia estudando o dobro na semana.

Pode até tentar, mas não conseguirá absorver tantas informações de uma só vez de maneira eficiente, é preciso respeitar o nosso “ritmo de aprendizado”.”.

Ao longo da minha faculdade conheci pessoas brilhantes que se destacaram não por se considerarem inteligentes, pelo contrário, elas se diziam esforçadas. Também conheci gênios que deixaram muito a desejar por se acomodarem junto à multidão.

Eu não nasci gênio, como 99% da população também não nasceu. O que nos resta, após ler esses dois casos citados é que precisamos compensar a falta desse dom sendo uma pessoa esforçada.

Mas a questão é, quem está disposto a encarar esse desafio?

E a resposta é, apenas 5%.


Newslatter

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